Dois gráficos que respondem a perguntas diferentes: de onde vêm os atendimentos e como eles estão sendo classificados. Ficam lado a lado no painel, mas não contam a mesma coisa — e essa diferença é a primeira armadilha da página.
Um conta atendimentos, o outro conta contatos. O gráfico de canais mede o volume de atendimentos por origem. O de etiquetas mede quantos contatos estão vinculados a cada etiqueta. Somar ou comparar os dois diretamente produz um número sem significado — um mesmo contato pode ter gerado dez atendimentos.
Mostra a distribuição dos atendimentos do período conforme o canal de origem — cada número de WhatsApp conectado, Instagram, Messenger. É a leitura que diz onde o cliente realmente procura a empresa, independentemente de onde a empresa investe em divulgação.
O gráfico é uma rosca, e acima dela fica a legenda com o nome de cada canal, o ícone da rede e o volume entre parênteses. Os números da legenda são a informação de trabalho; a rosca serve para enxergar a proporção de relance.
Pode aparecer a entrada Indefinido. São atendimentos cujo canal de origem não foi identificado no momento da consulta — normalmente ligados a conexões que já não estão ativas na conta. Se o volume em Indefinido for relevante, vale conferir o histórico de canais removidos antes de tirar conclusões sobre a distribuição.
Aplique o filtro Data de criação com o mesmo intervalo usado no painel.
Aplique o filtro de Canais escolhendo o canal que quer verificar, um de cada vez.
O total retornado deve ser igual ao volume exibido para aquele canal no gráfico. Repita para cada canal listado.
Mostra as etiquetas mais usadas, em barras horizontais ordenadas por volume: quanto maior a barra, mais contatos associados. Cada etiqueta tem a própria cor, a mesma definida no cadastro — o que permite reconhecer as categorias de relance. A criação e a manutenção das etiquetas ficam em Gerenciar Etiquetas.
A lista é rolável: o cartão mostra algumas etiquetas por vez e o restante aparece ao rolar. No canto superior há um controle de ordenação, e o subtítulo informa o critério aplicado.
O gráfico exibe no máximo 50 etiquetas. São as mais utilizadas; as demais simplesmente não aparecem. Portanto, etiqueta ausente do gráfico não significa etiqueta sem uso — significa que ela ficou fora do top 50.
Clicar numa barra abre uma janela com o nome da etiqueta, o total de contatos e o período considerado, além do botão de exportação. É o caminho mais direto para transformar uma leitura do painel em lista de trabalho — separar quem está marcado como oportunidade, por exemplo, sem passar pelos filtros do CRM.
No gráfico de Etiquetas, clique sobre a barra da etiqueta que quer analisar.
A janela mostra o nome da etiqueta, a quantidade de contatos e o período. Confirme se o período é o que você espera antes de seguir.
A janela pede uma confirmação antes de gerar o arquivo. Confirmando, os contatos vinculados àquela etiqueta são exportados para download.
Este é o comportamento que mais confunde. A contagem considera o vínculo que existia dentro do período filtrado — e não a situação atual do contato.
Se um contato recebeu a etiqueta LEAD FRIO no dia 1º e ela foi removida no dia 2, ele aparece na contagem ao filtrar o dia 1º, e não aparece ao filtrar a partir do dia 2. O mesmo contato pode estar dentro e fora do número, dependendo apenas do recorte de datas.
A exportação carrega essa mesma regra. O arquivo traz quem estava vinculado à etiqueta durante o período, e não quem está vinculado agora. Para trabalhar uma lista atual — uma campanha, uma abordagem comercial —, confirme o período antes de exportar, ou faça a seleção pelo CRM, onde o filtro é sobre o estado presente da base.
Valem também as regras gerais de recorte do painel — apenas atendimentos individuais, até 90 dias por consulta e o filtro de Equipes —, detalhadas em Indicadores de Volume.