Cada card é um atendimento, um chamado ou uma tarefa. Criar o card é o que coloca a demanda dentro do fluxo — a partir dali ela tem etapa, responsável e histórico.
O botão de criação não existe na visão Lista.
Fica na base da coluna, e é o mesmo registro que a documentação chama de card.
Não encontrou o botão? Ele aparece apenas na etapa configurada como Início. Se nenhuma coluna oferece a opção, provavelmente nenhuma etapa foi definida como inicial — corrija em Configurações, na lista de etapas, onde cada uma recebe o tipo Início, Intermediário ou Final.
Apenas o título é obrigatório. Os demais campos podem esperar.
| Campo | Para que serve |
|---|---|
| Título | Obrigatório. Identifica o card na coluna — é o que a equipe lê antes de abrir. |
| Descrição | Contexto do atendimento, até 8.000 caracteres. |
| Contatos | Vincula o card a um contato da base. É o que faz o card aparecer também na ficha dele. |
| Valor atribuído | Valor associado ao card, quando fizer sentido. |
| Vencimento, responsável e etiquetas | Atalhos na barra superior do formulário, preenchidos em um clique. |
O card entra na coluna de Início, pronto para ser movido pelo fluxo.
O card aparece na etapa de Início e já pode ser arrastado entre as colunas. Abrindo-o, você tem acesso a tudo: editar campos, registrar anotações e atividades, aplicar etiquetas e avançar ou retroceder etapas.
Um título bom economiza cliques o dia inteiro. No Kanban, é o título que a equipe lê para decidir o que pegar. “Erro de conexão — cliente X” diz mais do que “Chamado 42”, e evita abrir card por card para descobrir o que é.
Vincular o contato conecta o card ao atendimento. Com o contato preenchido, o card passa a aparecer na aba CRM da ficha daquela pessoa — o que dá contexto a quem atender a próxima conversa dela pelo WhatsApp.